EDUCAÇÃO

Silêncio da Prefeitura Revolta: Aluna de 13 Anos é Ameaçada de Morte em Escola Rural de Juazeiro do Norte e Caso Segue Sem Resposta

Denúncia registrada desde 14 de abril, com BO formalizado, expõe suposta omissão da SEDUC diante de ameaças graves contra estudante em Juazeiro do Norte

Uma denúncia grave envolvendo uma estudante de apenas 13 anos está gerando indignação e cobrando respostas urgentes das autoridades em Juazeiro do Norte. O caso, que teve início no dia 14 de abril, segue sem solução até agora, enquanto a Prefeitura e a Secretaria de Educação (SEDUC) permanecem sem posicionamento público.

A vítima, identificada como Ysabelly Xavier, passou a viver momentos de medo após encontrar ameaças escritas dentro de seu próprio caderno com a frase “VOCÊ VAI MORRER”. Desde então, segundo a mãe, Maria de Fátima Xavier, a adolescente apresenta sinais de pânico e já não se sente segura nem para sair de casa.

De acordo com o relato, ainda no dia 14 de abril, a mãe procurou a ouvidoria da SEDUC e registrou a denúncia. Sem retorno efetivo, decidiu formalizar um Boletim de Ocorrência no dia 22 de abril de 2026, às 10h34. Mesmo assim, nenhuma medida concreta teria sido tomada até o momento.

A situação se agrava com outras denúncias envolvendo a Escola Antônio Benjamin de Moura, localizada no Sítio Marcos. Segundo a mãe, há relatos de que alunos estariam sendo solicitados a realizar serviços como roçar o mato da escola, o que levanta questionamentos sobre possíveis irregularidades na gestão.

Ainda conforme Maria de Fátima, outras mães teriam enfrentado situações semelhantes, mas evitam se manifestar publicamente por medo de represálias. Ela afirma possuir provas e relatos que reforçam a gravidade do cenário.

Buscando alternativas, a mãe voltou a acionar a SEDUC solicitando transporte escolar para que a filha possa estudar em outra unidade, além de acompanhamento psicológico urgente, devido ao estado emocional da adolescente.

    DENÚNCIA AO VIGIA

Outras denúncias também foram registradas na ouvidoria, incluindo alegações de vínculos familiares entre diversos funcionários e a diretora da unidade, o que, se confirmado, pode indicar irregularidades administrativas. Há ainda uma acusação envolvendo um vigia da escola, que, segundo relato não oficial, levaria mulheres ao local durante a noite. Esse ponto, no entanto, exige apuração rigorosa e deve ser tratado com cautela pelas autoridades competentes.

O caso escancara um cenário preocupante: uma criança ameaçada, uma mãe pedindo socorro e órgãos públicos que, até agora, não apresentaram respostas claras à população. A ausência de posicionamento oficial da Prefeitura de Juazeiro do Norte e da SEDUC aumenta a revolta e levanta questionamentos sobre a responsabilidade na proteção dos alunos da rede pública.

A comunidade agora aguarda providências concretas, investigação rigorosa e, principalmente, segurança para os estudantes.

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